Antes de içar a lâmina, o algoz suplica ao condenado: "Você me perdoa?"

I want you for U.S. Army

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski


Meus amigos,

2011 será um ano dostoievskiano.

190 anos do nascimento e 130 anos da morte do Mestre de São Petersburgo.

1821-1881.

Por ora, percorramos as câmaras labirínticas da poética de Dostoiévski.

Labirinto sem paredes.

No labirinto, a saída não passa de uma nova entrada.

À guisa de introdução (da lâmina), Bertrand Russell assim se pronunciou:

“In an attempt to explain Russian Bolchevism to Lady Ottoline Morrell, Bertrand Russell once remarked that, appaling though it was, it seemed the right sort of government for Russia: ‘If you ask yourself how Dostoevsky’s characters should be governed, you will understand’” (Isaiah Berlin, Russian Thinkers).

Auscultemos Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski por meio de sua maior personagem viva: Ióssif Vissariónovitch Djugachvili, também conhecido como Stálin.

“As Segunda e Terceira Frentes Bielo-russas irromperam no Leste da Prússia, já território alemão, numa orgia de vingança: 2 milhões de mulheres alemãs seriam estupradas nos meses seguintes. Os soldados russos chegaram a violar mulheres russas recém-libertadas de campos nazistas [grifo cúmplice de Svidrigáilov, Rogójin, Stavróguin, do homem do subsolo e do homem ridículo]. Ora, você leu Dostoiévski, é claro. Vê como a alma humana é complicada? Então, imagine um homem que lutou de Stalingrado a Belgrado – por milhares de quilômetros de sua própria terra devastada, por cima dos cadáveres de seus camaradas e entes mais queridos. Como pode um homem assim reagir normalmente? E o que há de tão medonho em se divertir com uma mulher depois de tais horrores?”

Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski


“A consciência, que é isso? Fui eu que a inventei. Por que se tem remorsos? Por hábito. Hábito que tem a humanidade há 7000 anos. Desfaçamo-nos do hábito e seremos deuses. Foi ele [o diabo] quem o disse!”


“Compara-se por vezes a crueldade do homem com a dos animais selvagens; é uma injustiça para com estes. As feras não atingem jamais os refinamentos do homem. O tigre dilacera sua presa e a devora; não conhece outra coisa. Não lhe viria à idéia pregar as pessoas pelas orelhas, ainda mesmo que o pudesse fazer”.


“É difícil descobrir a verdade a partir de cadáveres calcinados”.


“Os lampiões desertos surgiam taciturnos, na bruma nevada, como archotes num enterro”.


“O prazer provinha justamente da consciência demasiado viva que eu tinha da minha própria degradação; vinha da sensação que experimentava de ter chegado ao derradeiro limite; de sentir que, embora isso seja ruim, não pode ser de outro modo; de que não há outra saída; de que a pessoa nunca mais será diferente, pois, ainda que nos sobrasse tempo e fé para isto, certamente não teríamos vontade de fazê-lo e, mesmo se quiséssemos, nada faríamos neste sentido, mesmo porque em que nos transformaríamos? E o principal, o fim derradeiro, está em que tudo isto ocorre de acordo com a inércia, decorrência direta dessas leis, e, por conseguinte, não é o caso de se transformar; simplesmente não há nada a fazer”.


“Tu sabias que uma mulher é capaz de atormentar um homem com crueldades e zombarias, e nenhuma vez sentir remorso porque ela irá sempre pensar consigo, olhando para ti: Agora mesmo eu vou atormentá-lo até a morte, mas em compensação depois eu vou recuperá-lo com meu amor...”.


“– Eu proclamo – ganiu Stiepan Trofímovitch no último grau de arroubo –, proclamo que Shakespeare e Rafael estão acima da libertação dos camponeses, acima da nacionalidade, acima do socialismo, acima da nova geração, acima da química, acima de quase toda a humanidade, porque são o fruto, o verdadeiro fruto de toda a humanidade e, talvez, o fruto supremo, o único que pode existir! É a forma da beleza já atingida, e sem atingi-la eu talvez já não concordasse em viver... Oh, Deus! – ergueu os braços – dez anos atrás eu bradava do mesmo jeito em Petersburgo, de cima de um estrado, quase com as mesmas palavras e com o público sem entender quase nada, rindo e apupando como agora; entes pequenos, o que lhes falta para compreender? Ora, sabem os senhores, sabem que sem o inglês a humanidade ainda pode viver, sem a Alemanha pode, sem o homem russo é possível demais, sem a ciência pode, sem o pão pode, só não pode sem a beleza, porque nada restaria a fazer no mundo! Todo o segredo está aí, toda a história está aí! A própria ciência não sobreviveria um minuto sem a beleza – sabem disso, senhores ridentes? –, ela se converteria em banalidade, não inventaria um prego!... Não cederei!”


“Que é o inferno? Defino-o assim: O sofrimento por não poder mais amar”.


“Logo que se convenceu, após sérias reflexões, de que Deus e a imortalidade existem, disse a si mesmo, naturalmente: Quero viver para a imortalidade, não admito compromissos. Igualmente, se tivesse concluído que não há nem Deus nem imortalidade, ter-se-ia tornado imediatamente ateu e socialista (porque o socialismo não é apenas a questão operária ou do quarto Estado, mas é sobretudo a questão do ateísmo, de sua encarnação contemporânea, a questão da torre de Babel, que se construiu sem Deus, não para atingir os céus da terra, mas para abaixar os céus até a terra)”.


“Esta aparente desordem, que em essência é a ordem burguesa no mais alto grau”.


“Não tendes um inimigo, mas a dor existe”.


“Você não tem ternura: só verdade, portanto, é injusto”.


“É coisa horrenda cair nas mãos do Deus vivo”.


“A miséria agregava ao dinheiro um valor todo outro”.


“Ainda há pouco tempo eu visitei algumas prisões e tive a oportunidade de conhecer alguns criminosos e réus. Existem até criminosos mais terríveis do que esse, que mataram dez pessoas cada um e não se arrependem absolutamente. Mas vejam o que eu observei neste caso: que o assassino mais inveterado e impenitente ainda assim sabe que é um criminoso, isto é, por questão de consciência acha que agiu mal, ainda que não demonstre qualquer arrependimento. E assim é qualquer um deles; mas esses [os da nova geração] não querem sequer se considerar criminosos e pensam consigo que tinham o direito e... até agiram bem, ou seja, é quase assim. É nisso que, a meu ver, há uma diferença terrível. E observem que todos são jovens, ou seja, estão justamente naquela idade em que a pessoa é mais vulnerável e mais indefesa para se deixar levar pela deformação das idéias”.


“As aparições são, por assim dizer, pedaços ou fragmentos de outros mundos, o seu princípio. É claro que o homem são não tem motivo para vê-las, porque o homem são é o homem mais terreno, e deve viver uma vida terrestre, atendendo à harmonia e à ordem. Mas quando adoece, ou quando a ordem terrena se altera no organismo, começa imediatamente a mostrar-se a possibilidade de outro mundo, de maneira que, quando morre completamente, o homem vai direto para esse mundo. Já há muito tempo que medito nisso. Se o senhor acredita na outra vida, pode acreditar também nesse raciocínio. Para mim a eternidade é uma idéia impossível de compreender, algo de enorme, imenso. Mas por que há de ser precisamente enorme? E, de repente, em vez disso, imagine o senhor que existe aí um quarto, no gênero duma sala de banho em pleno campo, negra de fumo e com aranhas por todos os lados, e que a isso se resumisse a eternidade. Olhe, eu imagino-a muitas vezes assim”.


“A civilização elabora no homem apenas a multiplicidade de sensações e... absolutamente nada mais. E, através do desenvolvimento dessa multiplicidade, o homem talvez chegue ao ponto de encontrar prazer em derramar sangue”.


“A vida é dor, a vida é medo, o homem é um infeliz. Hoje tudo é dor e medo. Hoje o homem ama a vida porque ama a dor e o medo. E foi assim que fizeram. Agora a vida se apresenta como dor e medo, e nisso está todo o engano. Hoje o homem ainda não é aquele homem. Haverá um novo homem, feliz e altivo. Aquele para quem for indiferente viver ou não viver será o novo homem. Quem vencer a dor e o medo, esse mesmo será Deus. E o outro Deus não existirá”.


“Nada de admirar que os homens tenham encontrado sua servitude em lugar da liberdade, e que em lugar de servir à fraternidade e à união, tenham caído na desunião e na solidão, como mo dizia outrora meu visitante misterioso e mestre. De modo que a idéia do devotamento à humanidade, da fraternidade e da solidariedade desaparece gradualmente do mundo, na realidade, acolhem-na mesmo com derrisão, porque como desfazer-se de seus hábitos, aonde irá aquele prisioneiro das necessidades inumeráveis que ele próprio inventou? Na solidão, preocupa-se muito pouco com a coletividade. Afinal de contas, os bens materiais aumentaram e a alegria diminuiu”.


“Havia na terra certo filósofo que negava tudo, as leis, a consciência, a fé, sobretudo a vida futura. Morreu pensando entrar nas trevas do nada e ei-lo em presença da vida futura. Espanta-se, indigna-se: Isto, diz ele, é contrário às minhas convicções”.


“O homem que não tiver um anseio ou uma esperança acaba no desespero e virando um monstro”.


“Os ciumentos são os primeiros a perdoar, todas as mulheres sabem disso. Perdoariam (após uma cena terrível, bem entendido) uma traição quase flagrante, os abraços e beijos de que foram testemunhas, se fosse a derradeira vez, se seu rival desaparecesse, partisse para o fim do mundo e eles mesmos partissem com a bem-amada para um lugar onde ela não tornaria a encontrar mais o outro. A reconciliação, naturalmente, não é senão de curta duração, porque na ausência de um rival o ciumento inventaria um segundo. Ora, que vale tal amor, objeto de uma vigilância incessante? Mas um verdadeiro ciumento não o compreenderá nunca”.


“Sobretudo não minta ao senhor mesmo. Aquele que mente a si mesmo e escuta sua própria mentira vai ao ponto de não mais distinguir a verdade, nem em si, nem em torno de si; perde pois o respeito de si e dos outros. Não respeitando ninguém, deixa de amar; e para se ocupar, e para se distrair, na ausência de amor, entrega-se às paixões e aos gozos grosseiros; chega até a bestialidade em seus vícios, e tudo isso provém da mentira contínua a si mesmo e aos outros. Aquele que mente a si mesmo pode ser o primeiro a ofender-se. É por vezes bastante agradável ofender a si mesmo, não é verdade? Um indivíduo sabe que ninguém o ofendeu, mas que ele mesmo forjou uma ofensa e mente para embelezar, enegrecendo de propósito o quadro, que se ligou a uma palavra e fez dum montículo uma montanha – ele próprio o sabe, portanto é o primeiro a ofender-se, até o prazer, até experimentar uma grande satisfação, e por isso mesmo chega ao verdadeiro ódio”.


“O homem talvez ame apenas o processo de atingir o objetivo, e não o próprio objetivo. E – quem sabe? -, não se pode garantir, mas talvez todo o objetivo sobre a terra, aquele para o qual tende a humanidade, consista unicamente nesta continuidade do processo de atingir o objetivo, ou, em outras palavras, na própria vida e não exatamente no objetivo, o qual, naturalmente, não deve ser outra coisa senão que dois e dois não são mais a vida, meus senhores, mas o começo da morte”.


“Aceitando a púrpura de César, terias fundado o império universal e dado a paz ao mundo. Com efeito, quem está qualificado para dominar os homens senão aqueles que lhes dominam a consciência e dispõem de seu pão?”


“Nós humilhamos demasiadamente a providência, atribuindo-lhe os nossos conceitos, movidos pelo despeito de não podermos compreendê-la. Porém, se ademais é impossível compreendê-la, então, repito, também é difícil responder por aquilo que não é dado ao homem compreender”.


“Não, esses indivíduos não são feitos desta massa; o verdadeiro dominador, ao qual tudo é permitido, bombardeia Toulon, assola Paris, esquece o seu exército no Egito, aniquila meio milhão de soldados na retirada de Moscou e livra-se de dificuldades com um trocadilho em Vilna; e, no entanto, depois de morto levantam-lhe estátuas... Segundo parece, tudo lhe era permitido. Não, esses seres, pelo visto, não são feitos de carne e osso, mas de bronze. Isso da velha é um erro, não pode tratar-se dela. A velha estava simplesmente doente... Eu não queria mais nada senão passar o mais depressa possível por cima do obstáculo... Eu não matei nenhuma pessoa humana; apenas matei um princípio. Um princípio, foi o que eu matei; mas saltar o obstáculo, não saltei; fiquei do lado de cá”.


“Razão há e de sobra para explosões desta repentina natureza em tal gente; provêm, por mais inesperadas que sejam, de uma ânsia pela posse outra vez da personalidade, de uma instintiva angústia em busca do próprio eu, o desejo de recuperação de sua entidade humilhada, tudo isso se desencadeando subitamente até o furor, até o paroxismo ou mesmo até a insânia em seus aspectos assim incontidos e convulsos. É algo comparável ao enterrado vivo, que acorda de repente, desanda a dar murros na tampa do esquife procurando desconjuntá-la, embora saiba que de nada adianta todo esse desesperado esforço. Aqui não se trata mais de saber se há ou não nexo. A razão não intervém nesse paroxismo. Ainda por cima todos consideram que qualquer afirmação de personalidade num detento nada mais é do que um novo acesso criminoso; eis por que ele próprio desdenha as conseqüências; maiores ou menores, para ele dão no mesmo. Se a vontade é beber, então que se beba à farta; se o risco em que se incorre é um fato, então que se arrisque logo tudo duma vez! Em face mesmo do assassínio, por que se deter?! Basta começar para então advir a embriaguez que já agora nada mais sofrerá! O melhor é deixar esse homem dar expansão um pouco à sua potencialidade. Assim haverá mais conveniência geral. Está bem. Mas como?”


“Acontece às vezes que um homem suporta meia hora de susto mortal com um bandido e, quando este lhe põe, finalmente, o punhal sobre a garganta, passa-lhe o medo de repente”.


“No que se refere a mim, apenas levei até o extremo, em minha vida, aquilo que não ousastes levar até a metade sequer”.


“A sensualidade é para ti um assunto conhecido, já pensaste nela! Ah! o santinho! Tu és santo, Aliócha, convenho, mas és um santinho, e o diabo sabe em que é que já não pensaste, o diabo sabe o que já conheces! És virgem, mas já penetraste bastantes coisas, observo-te desde muito tempo. És tu mesmo um Karamázov, és um completo; portanto, a raça e a seleção significam alguma coisa. És sensual por teu pai e ‘inocente’ por tua mãe. Por que tremes? Será verdade o que digo? Sabes? Grúchenka me pediu: Trá-lo aqui (isto é, tu) e eu lhe arrancarei a batina”.


“Existem segundos – apenas uns cinco ou seis simultâneos – em que você sente de chofre a presença de uma harmonia eterna plenamente atingida. Isso não é da terra; não estou dizendo que seja do céu, mas que o homem não consegue suportá-lo em sua forma terrestre. Precisa mudar fisicamente ou morrer. É um sentimento claro e indiscutível. É como se de súbito você sentisse toda a natureza e dissesse: sim, isso é verdade! Deus, quando estava criando o mundo, no fim de cada dia da criação dizia: ‘É, isso é verdade, isso é bom’. Isso... isso não é enternecimento, mas algo assim... uma alegria. Você não perdoa nada porque já não há o que perdoar. Não é que você ame – oh, a coisa está acima do amor! O mais terrível é que é extraordinariamente claro e há essa alegria. Se passar de cinco segundos a alma não suportará e deverá desaparecer. Nesses cinco segundos eu vivo uma existência e por eles dou toda a minha vida porque vale a pena. Para suportar dez segundo é preciso mudar fisicamente. Acho que o homem deve deixar de procriar. Para que filhos, para que desenvolvimento se o objetivo foi alcançado? No Evangelho está escrito que na ressurreição não haverá partos, serão como os anjos de Deus”.


“O que pode fazer o socialista, se o homem ocidental não possui o princípio fraterno, e se, pelo contrário, o que existe nele é um princípio individual, pessoal, que se debilita incessantemente, que exige de espada na mão os seus direitos? Vendo que não há fraternidade, o socialista põe-se a convencer as pessoas à fraternidade”.


“Formulei uma definição de Paris, escolhi para ela um epíteto e insisto nele. Precisamente: é a mais moral, a mais virtuosa cidade de todo o globo terrestre. Que ordem! Que sensatez, como são definidas e firmemente estabelecidas as relações; como tudo está assegurado, moldado em regras; como todos estão contentes e felizes, a ponto de se terem realmente convencido disto, e... e... detiveram-se aí”.


“O homem, seja ele quem for, sempre e em toda parte gostou de agir a seu bel-prazer e nunca segundo lhe ordenam a razão e o interesse; pode-se desejar ir contra a própria vantagem e, às vezes, decididamente se deve (isto é já uma idéia minha). Uma vontade que seja nossa, livre, um capricho nosso, ainda que dos mais absurdos, nossa própria imaginação, mesmo quando excitada até a loucura – tudo isto constitui aquela vantagem das vantagens que deixei de citar, que não se enquadra em nenhuma classificação, e devido à qual todos os sistemas e teorias se desmancham continuamente, com todos os diabos! O homem precisa unicamente de uma vontade independente, custe o que custar essa independência e leve aonde levar. Bem, o diabo sabe o que é essa vontade...”.


“O segredo da existência humana consiste não somente em viver, mas ainda em encontrar um motivo de viver. Sem uma idéia nítida da finalidade da existência, prefere o homem a ela renunciar e se destruirá em vez de ficar na terra, embora cercado de montes de pão. Mas que aconteceu? Em lugar de te apoderares da liberdade humana, tu ainda a estendeste! Esqueceste-te então de que o homem prefere a paz e até mesmo a morte à liberdade de discernir o bem e o mal? Não há nada de mais sedutor para o homem do que o livre arbítrio, mas também nada de mais doloroso. E, em lugar de princípios sólidos, que teriam tranqüilizado para sempre a consciência humana, tu escolheste noções vagas, estranhas, enigmáticas, tudo quanto ultrapassa a força dos homens e com isso agiste como se não os amasses, tu, que vieras dar tua vida por eles! Aumentaste a liberdade humana em vez de confiscá-la e assim impuseste para sempre ao ser moral os pavores dessa liberdade”.


“Toda a gente se arranja como pode e, de todos, aquele que melhor vive é o que melhor sabe iludir-se a si próprio”.

2 comentários:

  1. Olá, Flávio.

    Sou Jorge. Acho que recebo seus emails por conta de nossa relação com Loreta ou Lili.

    Sou professor de Literatura do colégio Pentágono. Adotamos para leitura de férias Crime e Castigo.

    Penso que não teria problema pra você se eu postar o link abaixo no blog que temos para os alunos terem acesso.

    Se não me engano, você deu algum curso no ano passado sobre Dostoiévski.

    Não podia na época me comprometer, não me lembro ao certo por quê.

    Mas foi legal?

    Imagino que você tenha alguns textos, links, etc sobre Crime e Castigo. Não tem?

    Teria como me passar algumas referências?

    Estou lendo Problemas da poética de Dostoiévski. É o único texto que tenho. Há artigos sobre esse livro especificamente? Não conheço.

    Bem, estarei no aguardo,

    Parabéns pelo blog.

    Um abraço.

    Jorge.

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  2. Flávio

    Obrigada por enviar estes e-mails e compartilhar Dostoiévski.
    Sempre leio seu Blog.

    Juliana Sfair
    Atriz

    Ribeirão Preto/SP

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