Antes de içar a lâmina, o algoz suplica ao condenado: "Você me perdoa?"

I want you for U.S. Army

domingo, 17 de janeiro de 2010

Lima

Meus amigos, viajemos juntos à capital peruana, Lima.



Preço a combinar





Se meu fusca falasse..





Onde está a Primeira-feira?





Taxi driver




Silêncio de olhos abertos





La petite mort silenciosa




Puxou a mãe




Contrato Social




Onde está a glande?




À exceção do Tsunami, Oceano Pacífico




Where the rainbow ends




Olhos de ressaca




Pés flutuantes




Vento apátrida




O afago, pela combinação, resulta vermelho




Laika latin(d)o-americana




"Por que o esplendor das raízes se sconde sob a terra?"




Beijo lábil





Tomada aberta (para o bem do pudor)




Crina




Repleto-do vazio




Claustro



Amor ou paixão?



In vou ventre



Útero



Repleto-do vazio



Intumescida



Em que espelho perdi minha face?



Quarto crescente




Céu enraizado



Folhas de cimento




Fiscalização fotográfica de velocidade



CLT


Rostos esfacelados



Raízes dedos pétalas



Rosto pálido
Versorriso


I'm gonna Kill Bill



Subsolo das Memórias



Foi Maluf que fez


Lágrimas etéreas



Sabesp é saúde


Prenúncio do Haiti



Música sertandina



Bem-vindo ao deserto do real



Iso 9000 haitiano



Congresso



Museu da Santíssima Inquisição



A história se repete como farsa



Amplentiude


Vento apátrida



Congresso da República by arquiteto aristocrata



Espólio



Agora que a Espanha se foi, voltemos nossos cavalos contra el pueblo



Centauro



Tristeza



Alameda gargântula



Olhos sob as persianas



Cume às costas do Congreso



Prece alaranjada


Bandeira 3



Dorso bronzeado


Alguns olhares sob as pálpebras das janelas


Peru liquefeito



Vai mais uma, Gaúcho?



Um brinde, Edson!



Athayde Patreze visita


Espólio



Amplenitude



Aqui, o trânsito talvez valha a pena, não?


Cavalo encalacrado



Centauro



Ombros largos



Algo de novo no front

Baú da Felicidade


Espólio



Pentagrama



Art Noveau


Milagres do dízimo decuplicado


Navegar é preciso - matar, por vezes



SUS



Apupos no púlpito


"Vai ser coroinha esse menino..."



Celebração após detector de metais


Arbeit macht frei, o trabalho liberto (logo de Auschwitz)



O céu nada etéreo



Púlpito e apupos



Senhor, faça-me casto! Mas não agora...



Abóbada



Sermão ao ar livre - segunda-feira ao sol


Água potável para 2 milhões de peruanos - pela primeira vez



Afago



Golden pot



Amplenitude


São Tomé Camelô por testemunha


Tom sobre tom



"Casino de Policia": concessão do Vício à irmã bastarda Virtude



Melting pot



Cidadania: a gente (e toca) por aqui



Alá AK-17

Buckingham Reloaded



Espinhos


Plaza de Toros



Pra que acostamento?


Tô longe agora, Maria...


Fraternidade Cingapura


Cidadania: a gente vê por aqui


Olhos vermelhos




La comédie peruana



Aproximação herege



De soslaio


Olhos azuis

Credor feito devedor



Mais uma, Don Diego?


Evangelho segundo São Judas Iscariotes



Tataravós de Bento XVI



Gólgota cristão, a revanche



Quantas vezes devo perdoar a meu irmão, Rabi?
Até 7 vezes?
Em verdade, em verdade vos digo: até setenta vezes sete.


Três séries de 10 repetições



Sessão sacra de fisioterapia



Nos primórdios da odontologia e da otorrinolaringologia




Ladeando



Dedos em riste para o céu



A benção e a nuca ajoelhada



Bem-aventurados os pobres de espírito


Yellow submarine


Cindecato...

video


Tudo o que sobe nem sempre vem a descer

video


10 comentários:

  1. Oi Flávio!!

    He visto las fotos de minha cidade...LIMA !! y voce ha captado muy bien la esencia de la cidade y suas ruas...además del talento como escritor...tiene un muy buen talento para la fotografía! FELICITACIONES o PARABEMS !!!..

    Un abrazo fraterno de una peruana, desde Lima!

    Fabiola

    ResponderExcluir
  2. Fala Flávio, meu brother...

    Muito legais as fotos da viagem, parece ser um lugar de muita paz, as ruas tranqüilas, pessoas com o rosto tranqüilo, parece ser um povo que vive bem.

    Aquele abraço,

    Rafa

    ResponderExcluir
  3. Oi, rapaz do subsolo!
    Parece que, definitivamente, você pretende alternar seus libelos literários, as palavras, com o toque das imagens que o cerrar das pálpebras retém.
    Sempre fotos díspares e inusitadas. Imagino que você anda a esmo e, num dado instante, a objetiva captura o afago que o real te proporcionou. Mas não só - a meu (e a seu) ver: o real é recriado, as palavras não estão ausentes - as supostas legendas suturam uma narrativa outra (e bastante cáustica) em relação às imagens.
    Pois siga viajando, rapaz do subsolo, a sua superfície é o subver. Pra você, quem vê cara vê coração. Vê, escreVÊ.
    Um beijo, Lisa

    ResponderExcluir
  4. O sacerdócio te cai bem!
    Adorei as fotos, dei boas risadas.
    Grande abraço,
    Lu

    ResponderExcluir
  5. Do subsolo das tuas memórias emergem... os Andes. Grandioso teu narrar e grandiloquente teu pensar sobre o visto. Vivido. Parabéns: viajar é uma arte, e tu a torna bela.

    ResponderExcluir
  6. Flávio,

    As imagens são belíssimas. Parabéns pelas fotos! Tenho uma sugestão: você poderia também postar as fotos no site Panoramio.

    Abraço.

    ResponderExcluir
  7. Oye (expresion peruana ) estan geniales cool lo maximo demasiado jaja las fotos!! me gustan mucho. Lo que me dijiste de escribir sobre algunas fotografias mias estaria mas que alagada.
    un abrazo

    maga

    ResponderExcluir
  8. Esse era um post pra ser feito no texto anterior, Incorpóreo. Mas como ele só amadureceu por agora, após o contraste que as fotos proporcionaram, faço-o por aqui, mesmo.
    Flávio (abandonou o Bazárov?), eu sei que é preciso tomar muito cuidado com a aproximação entre vida e obra. Mas, bom, eu sinto que, de alguma forma, essa leitura desponta forte como uma possibilidade a mais de compreender aquilo que você propõe artisticamente. Pois penso no Incorpóreo: li os comentários outros e fiquei pensando - será que li outro texto? será que o pessoal não se deu conta de que a personagem diz "continuo"?
    Não estou sublimando o insublimável, não. A opressão paira como sombra, como costado, como espectro, mesmo. Mas o movimento de contraparte não pode (ou melhor, não quer) parar. Do contrário, por que o oprimido não aceitou o transpassar da lâmina pelo corpo exíguo?
    E agora as fotos, uma captação de fato inusitada (concordo com a Lisa), mas uma captação bela porque significativa. Me explico: como se valesse a pena representar e retraduzir pequenos fragmentos de vivências - talvez o pouco que nos resta nessa época de tamanho controle supostamente flexível.
    O "continuo" continua a continuar - numa expressão que lhe é cara, "rapaz do subsolo".
    De onde vem esse ímpeto? Não sei. Só sei que é possível senti-lo e apreendê-lo. Mas vivê-lo é o que há. O ultimato "DI-GA" nos rasga todos os dias. Mas quem prossegue, quem não se suicida, parece esquecer que não está dizendo "continuo", não. Prossegue a esmo decorando a senha e juntando dinheiro para o GUARDIÃO etéreo da sociedade assim organizada.
    Confesso estar bastante curiosa para CONTINUAR a seguir a costura deste blog. O que virá a seguir? O que é que continuará?
    Um beijo de uma leitora que uma vez já se identificou...

    ResponderExcluir
  9. Olá, pessoal!

    Comentários sempre muito inspirados e reveladores. É isso que de fato me move: me torno também um leitor daquilo que realizo após lançar as minhas crias criações no mundo. A propósito: durante o curso sobre Dostoiévski que ministrei na Casa das Rosas, um rapaz, o Lucas Marangão, fez uma pergunta bem interessante - Flávio, todo esse aspecto de sistematização da crítica literária diz respeito a algo que seja de fato consciente ao escritor?

    Penso que, de forma total, não. Dizia que muitas estruturas do texto têm câmbio interpretativo ao longo da história. Mas, por outro lado, há um provérbio chinês que expressa a dificuldade poeticamente: o lugar mais obscuro fica justamente debaixo da lâmpada. Me torno mais um leitor e, desse modo, já não domino as galerias do labirinto. Afinal, quem disse que o criador não posso ser enredado na miríade de sua teia. Mary Shelley e o Frankenstein.

    Grande abraço a todos,

    Flávio Ricardo

    P.S.: Leitora, fiquei aqui imaginando quem você poderia ser... Apareça mais vezes e eu te decifro (enquanto te devoro:-)

    ResponderExcluir
  10. Reinaldo Benjamim Ferreirasábado, 13 novembro, 2010

    Flávio,

    Aprecio, com prazer, a sensibilidade que você tranpira na identificação das imagens captadas nessas andanças pelo continente sul-americano.
    Imagino a riqueza por você acumulada na longa vivência enquanto estudava na Rússia, para mim um país sobremodo misterioso!
    Grande abraço,

    Reinaldo

    ResponderExcluir