Antes de içar a lâmina, o algoz suplica ao condenado: "Você me perdoa?"

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Fotobiografia de Dostoiévski

Meus amigos,

Seguem abaixo fotos que retraçam a trajetória de Fiódor Dostoiévski.

Para maximizar as imagens, basta clicar sobre as fotos.

Grande abraço,

Flávio Ricardo

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Moscou: Rua de Dostoiévski


Museu Dostoiévski




Jardim do Museu - Hospital para Tratamento de Tuberculosos





Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski





"O grão de trigo caído na terra, se não morrer, fica só; se morrer, dá muito fruto".




Olhos meras cavidades





Amplenitude






"Se Deus não existe, tudo é permitido".




Punho entalhado






Palavras não cicatrizadas




Crime e Castigo





O Idiota





Quarto de Fiódor e do irmão Andrei







O contraste: casa de Liev Tolstói



Na propriedade de Tolstói: cabana de Dostoiévski?





Túmulo de Tolstói







Amplenitude em Iasnaia Poliana







Sala dostoievskiana








Os brinquedos de Kólia





Carta de Dostoiévski à mãe





Lançamento de "Pobre Gente"






Sala dostoievskiana





Quarto dos pais








Cristo Russo




Fotos...






... derradeiras






Aliócha Karamázov



A ressurreição de Aliócha Karamázov






Os Irmãos Karamázov




Padre Zóssima





Dmítri Karamázov







O parricida





Memórias do Subsolo







Andrei Dostoiévski




Pena



São Petersburgo - Rumo ao Subsolo




Museu Dostoiévski





Rua de Dostoiévski




Museu Dostoiévski




Sala de Recepção




Os filhos




"Papai, traga-me uns doces".




O feudo de Anna Grigorievna Dostoievskaia




Enquadrado



Austero





Petersburguês




Torcicolo




28 de janeiro de 1881

"Hoje, papai morreu".



O Subsolo





28 de janeiro de 1881, quarta-feira, 8:36





O Sobresolo




Front





Anna Grigorievna Dostoievskaia

Andrei Fiódorovitch Dostoiévski



Falecimento

28 de janeiro de 1881



Nascimento

30 de outubro de 1821



Aqui Fiódor Dostoiévski escreveu o romance

Os Irmãos Karamázov



À espreita




O Grande Inquisidor


Nastácia...


... Filíppovna

O Subsolo

Casa de Rogójin

Míchkin à espreita



Dostoiévski e a fuga dos agiotas: 1


Onde se escreveu Crime e Castigo


Da pena de Dostoiévski, a machada de Raskólnikov


O Guardião do Subsolo

Fuga da agiotagem: 2


Casa de Raskólnikov
Fuga da agiotagem: 3

3: fuga da agiotagem

Academia de Engenharia Militar
Na Academia, Pedro, o Grande
"Tu és Pedro, e sobre esta pedra soerguerei meu Reino".

Pedro e as pedras: onde estão os soterrados?

A agiotagem e a fuga: 4
4: a fuga da agiotagem
Praça dos Pioneiros
Local de encenação da pena de morte para Dostoiévski
e os demais membros do Círculo de Pietrachévski

"Vida é vida em qualquer lugar; a vida está em nós mesmos, não no exterior".
Fala o apóstolo Dostoiévski.
Que diria Ivan Karamázov?


A Beleza salvará o mundo! (Míchkin)
O Mundo salvará a beleza? (Ivan)
Fortaleza de Pedro e Paulo


Aqui Dostoiévski aguarda o julgamento

O homem do subsolo




De volta a Moscou:
estátua de Dostoiévski em frente à Biblioteca Lênin



10 comentários:

  1. Olá, Flávio! Foi tu quem bateste tais fotos?

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  2. Olá, André!

    Seja bem-vindo ao Subsolo das Memórias.

    Sim, fui eu quem tirei as fotos. Morei um ano em Moscou, André, e tirei essas fotos pela capital russa e por São Petersburgo.

    Esteja sempre por aqui, André. Anote o meu email para que possamos conversar mais: within_emdevir@yahoo.com.br.

    Vou dar uma boa olhada no seu blog. Ah, e me manda o seu email para que eu possa colocá-lo no meu mailing.

    Abraço,

    Flávio Ricardo

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  3. Belíssimas imagens! Tenho enorme vontade de conhecer pessoalmente os locais que tu registraste nessas fotos. Sou um leitor de Dostoievski e sua biografia sempre me chamou a atenção.

    Desde já agradeço por incluir meu blog na tua lista!

    Meu e-mail é interpretacoesdeumsujeito@gmail.com

    O Subsolos da Memórias também já foi linkado por mim.

    Um abraço!

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  4. Flávio Ricardo, fiquei encantada com as fotos e com todo o seu percurso, que me estimula a prosseguir no meu. Obrigada pelo convite! Tenha a certeza de que a partir de agora estarei sempre por aqui ;-)

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  5. Incrível, é os onho da minha vida conhecer esses lugares. Dostoievski mudou minha vida pra sempre, é meu escritor preferido. Aquela estátua do cavaleiroé o "Cavaleiro de bronze" de Puchkin?
    Meus parabéns pelo seu blog.

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  6. Olá, Samuca!

    Então compartilhamos a paixão pelo Mestre de Petersburgo!

    A estátua a que você se refere não é a do Cavaleiro de Bronze, não - a estátua em questão está na Praça do Senado, que fica às margens do Nievá.

    A estátua da foto fica na Academia de Engenharia de Petersburgo, local em que Dostoiévski estudou após sair de Moscou.

    Muito obrigado pelo elogio, continue sempre por aqui.

    Grande abraço,

    Flávio Ricardo

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  7. As imagens tem o poder de fazer com que o passado se torne presente. Conciência!!! Meu bem meu mal. Nesse caso ela me fez um bem...

    Belas fotos.

    Aldo.

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  8. Adorei o subsolo de Rogójin e a casa de Raskólnikov.

    Loreta

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  9. Olá Flávio, recebi seu link através da Casa do Saber... Fiz alguns cursos lá sobre Dostoiévski com o Pondé...
    Me emocionei agora por me lembrar do discurso final de Aliócha para os meninos.... Dostoiévski marca minha vida de todas formas possíveis... Estou lendo o Frank (Joseph)"as sementes da revolta" e estou impregnada, como sempre... Vc pode me explicar por que quando lemos Dostoiévski ficamos assim beirando a obsessão? Abraços Kelly

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  10. Olá, Kelly! Tudo bom?

    Bom, a sua pergunta é bastante vasta e intrincada, já que a obsessão que sentimos ao ler Dostoiévski é, por sua vez, uma duplicação do que o escritor sentia ao escrever.

    Se pensarmos assim, creio que voltaremos a uma colocação do Schopenhauer, em "O Mundo como Vontade e Representação", que diz que o autor empresta seus olhos para que o leitor veja através deles.

    A questão é que Dostoiévski não erigiu sua obra de maneira monológica, vale dizer, há olhares na obra dostoievskiana que beiram a alteridade in loco, isto é, o escritor se descentrou de tal maneira que sua voz, efetivamente, se tornou mais uma entre as múltiplas que compõem sua contraditória polifonia arquitetônica. Assim, quando lemos Dostoiévski, entramos em contato com o escritor e com os outros de Dostoiévski.

    De fato, uma verdadeira obsessão, Kelly, mas no sentido da monomania, e sim como algo rente à polimania :-)

    Seja sempre muito bem-vinda ao Subsolo das Memórias.

    Um abraço,

    Flávio Ricardo

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