Antes de içar a lâmina, o algoz suplica ao condenado: "Você me perdoa?"

I want you for U.S. Army

domingo, 25 de outubro de 2009

Textos para a primeira aula do curso sobre Dostoiévski

Meus amigos,
Seguem abaixo os textos que serão debatidos na primeira aula do curso sobre Dostoiévski.
Para maximizar as páginas escaneadas, basta dar um clique nas imagens.
Filosofia da Composição, de Edgar Allan Poe. Referências bibliográficas: POE, Edgar Allan, Filosofia da Composição, in Poemas e Ensaios, Editora Globo, São Paulo, 1999, tradução de Oscar Mendes e Milton Amado, pp. 101-114.





















Prefácio a Poe por F. M. Dostoiévski. Referências bibliográficas: Prefácio a Poe por F. M. Dostoiévski, in Edgar Allan Poe - A narrativa de A. Gordon Pym. S. Paulo, Cosac & Naify, 2002, Coleção Prosa do Mundo, tradução José Marcos Mariani de Macedo, Renata Esteves e André Pacheco, pp. 7-10.












Prefácio de Dostoiévski ao conto A dócil. Referências bibliográficas: DOSTOIÉVSKI, F. M., A dócil, in Duas Narrativas Fantásticas - A dócil e O sonho de um homem ridículo, Editora 34, São Paulo, 2003, tradução de Vadim Nikitin, pp. 13-15.





quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Curso sobre Dostoiévski na Casa das Rosas

DÊ UM CLIQUE NA FOTO PARA VÊ-LA MAXIMIZADA

Meus amigos,

Quero convidá-los para o curso sobre Dostoiévski que vou ministrar na Casa das Rosas - http://www.poiesis.org.br/casadasrosas/: O realismo fantástico de Fiódor Dostoiévski n'O sonho de um homem ridículo.

Dias 05, 19 e 26 de novembro, das 19h às 22h, na Casa das Rosas - Avenida Paulista, 37, telefones: 3285-6986 e 3288-9447.

As inscrições começam no dia 20 de outubro.

Abaixo segue a sinopse do curso:

O realismo fantástico de Dostoiévski n'O sonho de um homem ridículo

Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski constrói seu realismo fantástico sob o bafejo cálido da atmosfera lúgubre própria a Edgar Allan Poe. Para compreendermos a forma pela qual o escritor russo soergue sua poética fantástica, remontaremos ao ensaio A filosofia da composição, no qual Poe analisa seu poema O Corvo e explicita os caminhos para a construção racional – vale dizer, matemática – do fantástico. O paradoxo do fantástico racional seria levado às últimas conseqüências em duas narrativas fantásticas escritas ao final da vida de Dostoiévski: A dócil (1876) e O sonho de um homem ridículo (1877). No prefácio de A dócil, o autor desenvolve o paradoxo do fantástico soerguido pelo manuseio da técnica criativa até o ponto de afirmar que o inverossímil constitui o realismo em seu mais alto grau. Munidos de tais pressupostos, chegaremos aO sonho de um homem ridículo, narrativa que Mikhail Bakhtin, autor de Problemas da Poética de Dostoiévski, considerou uma enciclopédia dos principais temas do escritor russo. Se a técnica criativa de A dócil caracteriza a narrativa como fantástica, o conteúdo próprio ao sonho redentor do homem ridículo tende a ser visto como o cerne transcendente da narrativa. Nossa análise procurará demonstrar como o conteúdo próprio ao sonho redentor – a narrativa dentro da narrativa – já fora antecipado pela técnica criativa do realismo fantástico, fazendo com que O sonho de um homem ridículo desenvolva os pressupostos poéticos já delineados no prefácio de A dócil.

Conto com a presença de todos!

Saudações dostoievskianas,

Bazárov

domingo, 11 de outubro de 2009

Balletmanco


Meus amigos,


Quero convidá-los para o lançamento do mais novo libelo do meu amigo Donny Correia: Balletmanco.


O libelo, a libélula, movimento autóctone, palavras lançadas, desferidas, feridas que não cicatrizam.


No dia 13 de novembro próximo, às 19h30, na Casa das Rosas - http://www.poiesis.org.br/casadasrosas - haverá o lançamento de


Balletmanco, por Donny Correia


Valor de Uso, por Marcelo Tapia e


A esfera e os dias, por Jaa Torrano.


Os livros serão lançados pelo selo [e], que faz parte da Editora Annablume - http://www.annablume.com.br/.


Assessoria de Imprensa: Patrícia Cicarelli: cicarelli@uol.com.br; tel: (11) 9980-3813.


Donny Correia tresanda pelos seguintes endereços: donnycorreia@hotmail.com e http://paradoxocronicofilmes.blogspot.com/.


Abaixo compartilho com vocês a minha experiência polifônica pelo Balletmanco.


Grande abraço a todos,


Bazárov


P.S.: A foto de Donny Correia e a imagenigma da slowcura.
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Balletmanco, cadência trôpega, paradoxo a caminhar pelo fio exíguo, navalha de um só gume, cume, “corda que cravou em tua nuca um ponto final”.

Donny, o cinema e a cinética, palavras quadros sucessivos, súbito estático, extático:

“E vendo assim sua carne de cera
deitada n’alcova – livre –
reconheço cada parte onde tu foste corda
onde em mim
fosses forca”.

Cada passo, cadafalso.
Mãos dadas – atadas –, dados: lance de dados, desenlace, a página
rompe
a
oração
subordinada,
palavra de joelhos.

O leito, a leitura – leitura ereta, herética.

Palavras sulcadas, liquefeitas, fluidor, metástase, “câncer um cancro asqueroso de amor regradesmesurado”.

Infração.
Norma.
Infra ação
Norman Bathes – Donny e a ânsia da palavra tomada em plano aberto, rasgado.

Rasgada.

“Quando entro em suas carnes/ sinto cheiro de ‘podrer’/ sinto núpcias reais/ sinto todo me moer...”

Memória.
Memóiria.

Vísceras.
Vis-ceras.
Vi-sceras.

3 segundos, tr3s.

O tempo e o estampido.

O tempo e a têmpora.

Derrame não mais represado.

Vermelho viscoso, atemporal...

Cáustica ironia de palavras esturricadas,
o calor e o calar, calor gélido, frio, febril – Balletmanco.

“Farto de mim mesmo sem almejar me calar”,
(w)hole.

“Caibo na palma de minha palma que bate palma para não caber”.

Caibo em mim mesmo – vez por outra a lágrima transborda.

Confissão com fissão.

“Respirei fundo e meus olhos emparedaram o ar em pulmões castigados”.

A pleura, il pleut, chove em mim, pulmão inalado, olhos sem janelas, paredes do meu corpo copo translúcido... mas impermeável.

Vem! Vem! Vem, minha doce, vem lânguida, vem!

Sussurrealismo.

“Desenvolvemos o hábito de dormir nas cinzas”.

Cinza cicatriz punciona “enquanto você dorme e eu inalo poeira de vidro no pulmão enrijecido”.

Pneumotórax.

Tosse vermelha, viscosa.
Tosse de joelhos, pulmão prostrado.

“O gigante cai com as pernas decepadas”.

Balletmanco atonal.

O Quebra-nozes.

Nós.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Todos os caminhos levam a Roma

A Arena sobre as minhas costas
Coming...


... closer



Senado



Mimetismo



O reverso do sorriso



Estádio Paulo Machado de Carvalho



Memórias do Subsolo das Memórias



Olhos, frestas



Calígula



Igreja Católica Apostólica
Romana


Canindé



Espólio dos Bazárov



Gargântula



Dor-sos



Ao vencedor, as batatas


Estádio Cícero Pompeu de Toledo
1977
Corinthians x Ponte Preta


Vertigem


Amplenitude


O abraço do horizonte


Giordanno Bruno



Where the rainbow ends



Concílio Vaticano Primeiro: Dionísio era ateu?



Conselho ao Vaticano segundo Baco: o sangue de Cristo


Zeus e homem à sua imagem e semelhança


Cristal


Todos os caminhos levam à pena



O olhar da abóbada

Tirando água do joelho


"A vida é um circo, e todos somos os palhaços"


Saulo, por que me persegues?
A conta de luz venceu, Rabi.
Não só de pão vive o homem, mas de toda a pá lavra do Senhor.


Crepúsculo de jogo, torcida brasileira!


Todos os caminhos...



... levam a Roma



"Lasciate ogni speranza, voi ch'entrate"



Apocalypse Now



Abaixo

Eva e o esvair



Deus e o homem à sua imagem e semelhança:
metástase romana


Eu sou aquele que sou



Posso, logo és isto!


Parla (!) mento



Baco e o Quarto Crescente


Yellow submarine


"Senhor, faça-me casto...



"... mas não agora!"

SUS



Por séculos e séculos, amém!


O Vaticano e seus pupilos


A arte arde (torcicolo)



Supletivo de Atenas
Platão e Aristóteles em 90 minutos



Dança da Chuva



Rafael e o Gênesis



Duelo de Titãs

A quadratura do círculo


Fiat Lux



Tu és Pedro, e sobre esta pedra soerguerei o meu Reino



"Bem-aventurados os pobres de espírito"



Céu mundano



Lápide


"Quando fores orar, fecha a porta: teu Pai te ouve"

Onisciência...


... seletiva



Protesto!
Onde está Pôncio Pilatos?



"A felicidade RESIDE na personalidade"



Flâneur



Influência espectral



Decifra-me enquanto te devoro...



4 Costados


Lar-anja


A Justiça tem os olhos amordaçados


O canto de Circe



Outonalidade

"Tudo posso, mas nem tudo me convém"
Paulo, o onanista